Paraíso: O Vampiro que Ri 2 – Suehiro Maruo | eBookPDF
Se você está se perguntando se Paraíso: O Vampiro que Ri 2 encerra a história de Kounosuke e Luna, a resposta é sim: este volume final conclui a trágica e visceral saga dos amantes amaldiçoados, amarrando as pontas deixadas no primeiro tomo com o estilo inconfundível do mestre do ero-guro. Este mangá é indispensável para quem busca o desfecho da jornada de imortalidade e degradação urbana narrada por Suehiro Maruo, consolidando-se como uma peça central para entender a evolução do terror psicológico e visual japonês.
Para garantir o seu exemplar e mergulhar no desfecho desta obra-prima da Pipoca & Nanquim, aproveite a pré-venda de Paraíso: O Vampiro que Ri 2 com preço garantido e complete sua coleção de um dos autores mais influentes do gênero underground.

O que você precisa saber antes de ler este volume
Muitos leitores questionam se o estilo de Maruo em “Paraíso” é tão perturbador quanto em suas obras clássicas como “Midori: A Garota das Camélias”. A resposta curta é: sim, mas com uma camada extra de sofisticação narrativa. Enquanto suas obras anteriores focavam no choque puro, aqui ele utiliza a imortalidade dos vampiros para discutir a solidão moderna e a futilidade da alta sociedade. É um material denso, que exige estômago e maturidade, mas que entrega uma beleza estética quase hipnotizante em cada quadro de sofrimento.
Outra dúvida comum é sobre a necessidade de ter lido o Volume 1. Embora pareça óbvio, “Paraíso” é uma sequência direta publicada originalmente anos após o primeiro mangá. Sem a base do volume anterior, a conexão emocional com o destino de Kounosuke se perde. Minha dica prática é: releia o primeiro volume dias antes do lançamento deste, pois Maruo utiliza simbolismos visuais que retornam nesta conclusão para dar sentido ao “Paraíso” irônico que ele descreve.
Sobre a edição física da editora Pipoca & Nanquim, o custo-benefício é frequentemente questionado. Vale ressaltar que este volume conta com quase 300 páginas em papel pólen bold, o que evita a transparência das páginas (problema comum em mangás de arte carregada de preto). A presença da sobrecapa com verniz e o marcador exclusivo não são apenas mimos, mas itens de preservação para uma obra que, historicamente, tende a valorizar muito no mercado de colecionadores após esgotar.
Por fim, uma questão recorrente é se o mangá é focado apenas em horror gore. Na verdade, “Paraíso: O Vampiro que Ri 2” é muito mais um drama existencialista “sujo”. Existe sangue, esperma e lágrimas, como diz a sinopse, mas o motor da história é a busca por pertencimento em um mundo que apodreceu. Se você busca apenas sustos rápidos, talvez se surpreenda com a melancolia profunda que Maruo injeta nesta sequência.
Detalhes técnicos e curiosidades de nicho
Qual a diferença de tom entre esta sequência e o mangá original de 1999?
Nesta continuação, lançada originalmente em 2003, Suehiro Maruo apresenta um traço mais limpo e detalhista, distanciando-se um pouco do caos visual dos anos 80 para focar na decadência urbana. A narrativa se torna mais “lírica” dentro da perversão. Pessoalmente, vejo que Maruo parou de tentar apenas chocar o leitor e passou a tentar seduzi-lo para dentro do pesadelo, tornando a experiência de leitura muito mais imersiva e desconfortável de uma maneira artística.
Este mangá é recomendado para quem gosta de terror clássico de vampiros?
Dificilmente. Se você espera vampiros heróicos ou góticos românticos tradicionais, “Paraíso” será um choque cultural. Os vampiros de Maruo são predadores miseráveis, servos de uma sede incontrolável que os torna tão patéticos quanto as vítimas que caçam. É uma desconstrução do mito do vampiro. Minha recomendação é abordar a obra como um estudo sociológico da perversão humana, onde o vampirismo é apenas uma ferramenta estética para expor o que há de pior na sociedade.
Como está a reputação da obra entre os críticos brasileiros?
A recepção tem sido excelente, especialmente pela curadoria da Pipoca & Nanquim, que se tornou o selo de qualidade para o autor no Brasil. Maruo é considerado o “Marquês de Sade dos mangás” e, embora sua obra seja de nicho, ela é respeitada mundialmente. No Brasil, os volumes anteriores esgotaram rapidamente, o que mostra que o público de quadrinhos adultos está ávido por obras que desafiem o senso comum e a “decência” tradicional. A nota média de 4.8 estrelas para o volume 1 na Amazon reflete essa satisfação técnica e narrativa.
Por que investir neste título agora?
Quem conhece o mercado de mangás no Brasil sabe que obras de autores como Suehiro Maruo, Shuzo Oshimi ou Junji Ito funcionam em tiragens que, uma vez esgotadas, raramente voltam ao preço de capa. Comprar na pré-venda com 30% de desconto (como listado atualmente em R$ 55,93) é a decisão mais inteligente para o bolso e para a coleção.
Além disso, a experiência de leitura física de Maruo é insubstituível. O uso de hachuras finas e o contraste extremo entre o branco e o preto exigem uma impressão de alta fidelidade que telas de dispositivos digitais muitas vezes não conseguem reproduzir sem perder a profundidade. O “Paraíso” que ele propõe é visualmente tátil; você sente a sujeira dos becos através do papel pólen.
Este volume encerra a epopeia de Kounosuke e Luna em um “gigantesco dilúvio de sangue”. É o tipo de leitura que fica na mente por dias, provocando reflexões sobre a moralidade e o desejo. Se você já tem o primeiro, não há razão para não finalizar a jornada. Se você é novo no universo de Maruo, comece pelo volume 1, mas já garanta este, pois a continuidade é essencial para entender a mensagem final do autor sobre a vida nas sombras.
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